Do boing-boing à rede neural: em 40 anos, games passaram das linhas e pontos a personagens que até namoram e dormem. Conheça um pouco mais dessa trajectória. Inicialmente, os games eram compostos por apenas duas cores e poucos timbres de som. Os games actuais têm ambientes em 3D modelados com 16 milhões de cores, sons de todas as frequências e comandos absolutamente precisos.
Embora muita gente pense que vídeo-game é coisa recente, já passaram mais de 40 anos de história — foi em 1961 que o Instituto Tecnológico de Massachusetts, criou o primeiro jogo de computador, o Space Wars. Com o tempo, os jogos electrónicos passaram a ser um produto comercial e sofisticaram-se, acompanhando o aumento de capacidade de processamento dos computadores.
O Apple I, por exemplo, que é considerado o primeiro microcomputador da história, foi criado por Stephen Wozniak para impressionar em joguinhos. Com o advento dos primeiros consoles de vídeo-game e do microcomputador, nos anos 70, os jogos passaram de fase — das universidades para a sala de TV.
A evolução chegou a tal ponto que os personagens dos jogos já conseguem imitar de forma simplificada as atitudes humanas. Isso acontece, por exemplo, no jogo Black and white, graças à chamada rede neural, uma técnica de programação que simula inteligência artificial. Além disso, os personagens vivem em ambientes sofisticados e contam histórias mais profundas.
Essa mudança no conteúdo dos jogos ajudou a modificar o pensamento de pais e professores. Antes, os games só serviam para a diversão ou eram símbolos de estímulo à violência. Actualmente, já se acredita que esses joguinhos sejam capazes, de auxiliar o desenvolvimento motor e psíquico das crianças.
É possível utilizar simuladores de vôo para ensinar matemática.
(retirado do site: http://www.angelfire.com/art2/xandones/jogoseletronicos.html )
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