
Mirror’s Edge é uma interessante mistura entre uma distopia e a actividade/desporto emergente no Pakour(criação do francês David Belle que envolve deslocar-se por ambientes urbanos o mais rápido possível realizando-se várias manobras).
Em Mirror’s Edge o jogador assume o controlo de Faith, uma praticante do Parkour que trabalha como uma espécie de emissária. A necessidade do Parkour fica clara após alguns contactos com o universo da protagonista: o jogo passa-se numa sociedade controlada por um governo absolutamente invasivo e hostil em que todas as comunicações electrónicas são monitorizadas. Assim sendo, para os grupos de resistência, resta apenas uma coisa: apelar para os mensageiros quando o que está em questão é algo de importância vital.
Durante as missões do jogo tanto o tempo como a velocidade são vitais. Primeiramente, deve-se correr, fugir de agentes do governo e da polícia, bem como para evadir-se de tiros. Além disso, algumas manobras somente são conseguidas com um acumulo de momentum(algo como pique), sendo na realidade partes de um combo.
Entre as manobras executadas por Faith, pode-se ter uma sequência envolvendo um salto de um arranha-céu para o outro, um salto sobre um muro, um deslizar sobre um cano(ou algo semelhante) ou, ainda, alguns golpes de artes marciais. Faith também utiliza algumas armas de fogo, embora estas não estejam realmente no foco da acção.
Mirror’s Edge é uma boa opção para quem procura algo novo em jogos de acção, pois a dinâmica do Parkour de facto cai como uma luva para o estilo. Além disso, a forma como os produtores contextualizaram a actividade com uma distopia conspiratória fazem de Mirror’s Edge um jogo único.
(retirado do site:http://www.bloglundquist.com/2009/01/mirrors-edge.html)
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